Autor: gabrielmaia
Pré-Histórica
A arte na pré-história constitui uma das maneiras mais eficazes para que os pesquisadores possam reconstituir a cultura existente nos primórdios da humanidade.
Essa foi justamente a época em que os homens ainda não haviam inventado a escrita. Portanto, os desenhos, esculturas e objetos encontrados nos dão pistas de como as pessoas viviam e se organizavam em um passado muito distante.
A pré-história está dividida em três grandes períodos, sendo que em cada um deles a arte apresenta caraterísticas peculiares.
Para facilitar o estudo, confira abaixo as divisões da Pré-História:
- Período Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada (do surgimento da humanidade até 8000 a.C.);
- Período Neolítico ou Idade da Pedra Polida (de 8000 a.C. até 5000 a.C.);
- Idade dos Metais (5000 a.C. até o surgimento da escrita, por volta de 3500 a.C.).
O termo “arte” faz referência a um conceito moderno. Sendo assim, para os homens pré-históricos esse conceito não era conhecido. Ou seja, eles não criavam a arte com o intuito de contemplação e adorno, e sim com a função utilitária.
Características da arte na pré-história: Resumo
No início, as expressões artísticas eram bastante simplificadas e com o tempo foram se aprimorando.
Segue abaixo as principais características da arte desenvolvida em cada período:
Período Paleolítico


Período Neolítico


Idade dos Metais


A artista japonesa de bolinhas Yayoi Kusama morre aos 97 anos

Kusama, que viveu voluntariamente em um hospital psiquiátrico por décadas, era conhecida por sua peruca vermelha vibrante e suas criações gigantes e excêntricas.
Suas exposições atraíram grandes multidões ao redor do mundo, e suas obras vibrantes alcançaram alguns dos preços mais altos já pagos a uma artista mulher.
Um comunicado de sua empresa dizia: “Ao longo de uma vida extraordinária dedicada inteiramente à criação artística, Kusama construiu uma carreira aclamada internacionalmente como uma artista pioneira da vanguarda, cuja prática criativa abrangia artes visuais, performance, ficção e poesia.”
Kusama faleceu em um hospital em Tóquio no dia 14 de agosto, segundo o comunicado.
O texto acrescenta: “Ela continuou pintando até seus últimos dias, nunca largando o pincel, e prosseguiu na exploração do amor eterno e da alma eterna.”
“Vamos levar adiante os desejos de Kusama e, por meio da arte, continuar a trazer esperança e força para o futuro às pessoas em todo o mundo.”